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Fórmula - Negócio Online

domingo, 4 de setembro de 2011

Lançamento da Campanha Pró-Carajás

Olá amigos!

Estamos muito otimistas quanto à criação dos novos estados.

Tivemos algumas publicações de pesquisas realizadas na região metropolitana de Belém, e vimos que muito antes da campanha começar a aceitação esta muito grande.

No Próximo dia 13 de setembro, será o grande lançamento da campanha pró-Carajás, daremos inicio nesta campanha com uma grande carreata de iniciativa das organizações comerciais, entidades de classe, grupos religiosos e desta grande massa Jovem que é a mola de nossas cidades, futuros estados e do nosso país. A concentração será às 16h de frente o secador de arroz (Próximo ao Bar da Perereca). Percorreremos toda a cidade, no final da carreata teremos um grande comício no espaço cultural.

Convido todos vocês para participar desta grande festa democrática. Convide seus amigos e familiares.

Desde já estou muito agradecido, conto com vocês.

Por. Arnon Lustosa (Frente Jovem Pró-Carajá)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Todo o Pará vai opinar no plebiscito

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que toda a população do Pará deverá ser consultada no plebiscito de 11 de dezembro sobre o desmembramento do Estado. A decisão por votação unânime foi tomada a partir de questionamento sobre a constitucionalidade da Lei 9.709/98, que determina que, em caso de consulta plebiscitária que aborde desmembramento de municípios ou Estados, a “população diretamente interessada” deverá ser consultada.


A ação julgada foi proposta em 2002, pela Assembleia Legislativa de Goiás, mas a decisão afeta diretamente o plebiscito que decidirá sobre a divisão do Pará para criação dos Estados do Tapajós e de Carajás.

No entendimento dos ministros do STF, tanto a população do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento serão diretamente afetadas caso a divisão ocorra. A decisão confirma resolução aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que convocou todos os eleitores paraenses a votarem para definir se o Estado será dividido em três.

ARGUMENTOS

Antes dos votos dos ministros, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, reforçou a posição do Executivo de que o Estado como um todo tem de se manifestar em caso de desmembramento. E deu como o exemplo o caso do Pará, no qual mais da metade da população do ente federativo não poderia deixar de ser consultada, sobretudo tendo em vista que a divisão do atual território em três provocaria uma grande perda de recursos tributários.

Já o representante do Instituto Pró-Estado de Carajás, José Rollemberg Neto, defendeu a tese de que a expressão “população diretamente interessada” só poderia se referir à população da região que ficaria autônoma e que, neste caso específico, “a democracia se faz ouvindo menos gente”.

“Não há como simplesmente excluir da consulta plebiscitária os interesses da população remanescente, que também será afetada”, afirmou o relator da ação no STF, ministro Dias Toffoli. “O desmembramento de um Estado da Federação afeta uma multiplicidade de interesses que não podem ser exclusivamente atribuídos à população da área que vai desmembrar-se”, disse o ministro.

Os ministros que votaram em seguida - Luis Fux, Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Gilmar Mendes e Celso de Melo - acompanharam o voto do relator e se posicionaram contra a ação, favoráveis à participação de todo o Estado no plebiscito.

O ministro Luiz Fux disse entender que o legislador explicou com clareza o que quis dizer com população interessada. Para o ministro Fux, a norma questionada somente aumenta o grau de cidadania e homenageia a soberania popular.

A ministra Cármen Lúcia concordou com Fux. “Ao contrário do que se alega na ação impetrada pela Assembleia de Goiás, o que se tem é exatamente a ênfase na cidadania”, disse a ministra, para quem a Constituição Federal diz que o cidadão deve ser ouvido nos casos de redesenho do poder em seu território.

DE ACORDO

O ministro Ricardo Lewandowski frisou que o voto do ministro Dias Toffoli está em plena concordância e harmonia com resolução do TSE recentemente editada sobre o plebiscito no Estado do Pará.

“A expressão população diretamente interessada é da Constituição Federal originária”, disse o ministro Ayres Britto. Ele concordou com a afirmação de Dias Toffoli de que a população diretamente interessada é aquela diretamente afetada nos seus interesses políticos, histórico-culturais e econômicos.

VOZ SOLITÁRIA

Apenas o ministro Marco Aurélio deu um voto mais amplo, defendendo que toda a população brasileira seja consultada em plebiscitos sobre desmembramento.

Baseado na Carta da República, o ministro afirmou que os Estados e os municípios de hoje têm participação em receitas federais e estaduais. “Ora, se há possibilidade de vir à baila um novo município ou um novo Estado, haverá prejuízo para as populações dos demais Estados e dos demais municípios, e a razão é muito simples: aumentará o divisor dos fundos alusivos aos Estados e municípios”.

VOTO POPULAR - DECISÃO INÉDITA

Esta será a primeira vez em que brasileiros decidirão nas urnas se querem ou não dividir um Estado. A separação de Mato Grosso do Sul de Mato Grosso obedeceu a um decreto do governo federal, em 1977. Tocantins deixou de ser território goiano por determinação do artigo 13 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Federal de 1988.

Decisão exigirá mais esforço do grupo Pró-Carajás

Intensificar a campanha pelo “sim à divisão” em todo o Estado e levar o maior número de eleitores do sul e sudeste às urnas no dia 11 de dezembro são as duas principais ações de comitês e lideranças das duas regiões frente à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que garante que todo o Pará seja ouvido no plebiscito. A votação foi acompanhada de perto, em Brasília, pelos principais “cabeças” do movimento Pró-Carajás.

Um dos integrandes do grupo, Paulo Lopes, presidente do Sindicato do Comércio de Marabá, disse que já esperava pelo resultado. “Queríamos que fosse somente na região que vai ser dividida, claro. É difícil fazer uma campanha pelo ‘sim’ em todo o Estado”. Segundo Lopes, são as dificuldades enfrentadas pelos moradores das regiões que esperam se desmembrar que reforçam o sentimento separatista. “O sindicato é um exemplo da necessidade de descentralizar. Quando éramos vinculados a Belém, tudo era difícil, pela distância e burocracia para sanar os problemas”.

Ítalo Ipojucan, presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), também não ficou surpreso. “Agora é botar o pé na estrada. Aumentar o trabalho que está sendo feito, de mostrar a importância da divisão. O debate deve ser estabelecido em todo o Estado. Mostrar que a divisão é um fator favorável à vida de cada cidadão”.

Para Ipojucan, os favoráveis ao sim têm que “repensar toda a campanha do ponto de vista estratégico”.

O professor Evandro Medeiros, da Universidade Federal do Pará- núcleo Marabá, achou a decisão coerente e justa. “A separação não pode ser um ato apenas motivado por questões passionais, como se fosse uma briga de torcida. A causa deve ser debatida junto à toda a população, processo que vai refletir em toda a sociedade”.

Frente Tapajós apoia debate amplo sobre a divisão

A postura do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a todos os eleitores paraenses a decisão sobre a divisão do Estado para criação dos Estados do Tapajós e Carajás, já era esperada tanto pelos parlamentares que defendem as novas unidades, quanto pelos que querem manter o Estado intacto.

“Todo nosso planejamento estava sendo realizado prevendo essa medida, em função da decisão anterior do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Portanto, a campanha que está em formação não sofrerá mudança de rumo”, afirma o deputado estadual Alexandre Von (PSDB), um dos líderes da frente pela criação do Tapajós.

O deputado acredita que a mensagem da campanha para formação do Tapajós poderá ser entendida por grande parte da população das outras regiões como um esforço não apenas para dividir. Ele defende um debate ampliado, onde todos os aspectos da divisão sejam expostos à população.

Para Von, a partir da campanha do plebiscito, prevista para começar em novembro, os eleitores poderão entender melhor o sentimento do povo do Tapajós pela criação do Estado. O deputado acredita que mesmo a região nordeste do Estado sendo a mais populosa, há condições de a consulta popular ser positiva ao movimento pró-divisão. Ele está convencido que “a população vai entender a necessidade de formação do novo Estado no região oeste”.

O DIÁRIO tentou ouvir outras lideranças parlamentares do Tapajós - José Megale, Gabriel Guerreiro e Júnior Ferrari - mas eles não foram encontrados.

Do outro lado, um dos líderes contra a divisão, Celso Sabino (PR), afirmou que o STF interpretou o sentimento dos cidadãos paraenses. “Todo cidadão que é do Pará tem interesse no debate”.

Para ele, a intenção da frente Carajás de vetar o direito constitucional do voto aos cidadãos das outras regiões ficou clara, quando habilitou advogado na defesa da tese julgada ontem.

Outro líder contra a divisão, Eliel Faustino (PR), diz que a expectativa pelo geral amplo foi mantida e agora as frentes contra Carajás e Tapajós têm que mostrar na campanha que o Pará remanescente irá enfrentar muita dificuldade se for desmembrado. “Nós passaremos, por exemplo, de exportador para importador de energia”, cita o deputado.

Uma das lideranças mais fortes pró-Carajás, João Salame (PPS), também admite que o resultado era esperado, mas que não vai limitar a atuação das frentes. “Temos priorizado o debate. Ainda há muito preconceito, mas acho que a campanha vai ajudar a esclarecer melhor”.

(Diário do Pará)


domingo, 7 de agosto de 2011

ENTREVISTA : Duda Mendonça fala sobre criação de Carajás

" A criação dos três estados, vai fazer a região ficar muito mais forte
Qual a sua motivação para fazer essa campanha?
Duda: A frente me procurou e como sou uma pessoa muito ligada ao Pará, fiquei muito feliz. Agora a maior campanha que estou fazendo pelo Pará é uma pista de vaquejada para Xinguara, que não tem. Rio Maria tem, Redenção tem. Xinguara não tem hotel, Xinguara não tem faculdade, Xinguara não tem nada. E eu como estou lá perto do pessoal e sou amigo, resolvi ajudar. E lá é pior do que aqui porque além de não receber, eu ainda pago.
Uma pista de vaquejada é importante para a população?
Duda: Eu acho que a população pobre quer alegria. Não é somente escola e educação. Alegria faz parte da vida do povo. E o povo de Xinguara precisa disso, gosta de boi, gosta de cavalo e foi isso que me pediram. Estou me sentindo muito animado, muito feliz.
Como será a campanha?
Duda: Comunicação é forma e conteúdo e eu vou ser responsável pela forma, mas o conteúdo é responsabilidade do Célio (o economista Célio Costa, que trabalha nos estudos de viabilidade) e de todo o pessoal. As duas coisas se complementam. Na hora que o povo do Pará perceber que é melhor para todos, ficará todo mundo a favor. Os argumentos são tão fortes que não vai haver campanha contra.
Caso o Supremo Tribunal Federal altere a área de abrangência da votação, isso vai alterar os rumos da campanha?

Duda: Nós estamos partindo do princípio de que todos vão votar. Não o público nacional porque não tem sentido. Os interesses são diferentes. Os interesses do Pará são uns, os de São Paulo são outros. Acho engraçado quando ouço falarem em “Pará que te quero grande”. O novo Pará vai ficar quase do tamanho de São Paulo, que é a locomotiva do Brasil. O importante não é ficar grande é ficar forte.
Já tem algum ponto da campanha do Não que você percebe que vá provocar mais dificuldades?
Duda: Normalmente não me preocupo com a campanha contrária. Eu não faço campanha de baixo nível, não faço campanha de acusação. Não acredito que quem ataque ganhe. Quem bate perde e vou fazer uma campanha para cima como o próprio jingle está dizendo. Foi essa a orientação que recebi dos coordenadores. Minha campanha vai ser de união. A criação de três Estados, e que vai fazer a região muito mais forte. A fronteira é uma coisa simbólica. Sou nordestino e sou brasileiro.
O fato de o senhor não ser paraense e de estar envolvido em uma polêmica nacional não prejudica a campanha?
Duda: Eu acho que se fizerem isso, estarão usando exatamente de baixaria. Não tem problema nenhum. Você se refere a mensalão. Eu recebi dinheiro, fruto de meu trabalho, minha vida foi investigada pessoa física e pessoa jurídica. Não tem nada contra mim. Recebi dinheiro do meu trabalho e paguei imposto. Está na mão da Justiça. A Justiça que julgue. Sou um profissional. Estou aqui, estou na Polônia, estou no mundo inteiro.
Então a sua presença não prejudica a campanha?
Duda: Não vejo. Se não, não seria convidado e não estaria aqui. Estou dando minha colaboração técnica e vou dar de coração.
O senhor trabalhou em uma campanha contra a divisão da Bahia. Qual a diferença entre o caso da Bahia e do Pará?
Duda: Naquele tempo o Brasil era o país do futuro. Hoje, o Brasil é o país do presente. A gente tinha uma dívida externa enorme, uma inflação enorme. As informações que eu tinha não me convenciam de que era um bom momento. Hoje é diferente. O Brasil mudou. Chegou o momento de o país começar a diminuir a pobreza. Fronteira é uma coisa simbólica. Eu vejo Pernambuco e o Ceará lutando juntos. O Nordeste está ficando forte. É hora de o Norte se aliar.
Diário do Pará

Economista mostra viabilidade da criação do Carajás

O economista Célio Costa expôs os detalhes do estudo que indicam as viabilidades da criação dos novos estados
Quase 12 mil pessoas se reuniram na noite de quarta-feira (27), no Espaço Cultural, no centro de Redenção, para assistirem a palestra ministrada pelo economista Célio Costa, que fez os estudos de viabilidade econômica para a criação do estado do Tocantins.
Além das pessoas que lotaram o Espaço Cultural, o palco montado no local, também ficou lotado de autoridades de toda a região. Dezenas de prefeitos, vereadores, secretários municipais e presidentes de entidades estiveram presentes.
O economista detalhou para a população seus estudos sobre a viabilidade de criação do estado do Carajás. Todas as informações repassadas ao público, segundo o palestrante, foram baseadas em fundos científicos e com fontes oficiais, com objetivo de conscientizar o povo das regiões sul e sudeste do Pará, das vantagens e dos benefícios da criação do novo Estado.
Segundo
O prefeito Wagner Fontes, vereadores, imprensa, lideranças sociais, servidores públicos e empresários coordenaram o evento que contou com a multidão
Célio Costa, para se chegar à conclusão de que a criação do novo estado é viável e que será bom para a Amazônia e para o Brasil foram 16 meses de estudos que comprovam que será um estado em franco desenvolvimento.
Ainda segundo o economista, as críticas feitas contra a viabilidade de criação do Carajás não têm origem oficial; já o estudo feito por ele comprova o contrário e foi baseado em dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e da Secretaria do Tesouro Nacional, no que se refere a questão fiscal. “Os estudos indicam que o Estado do Carajás seria iniciado com um superávit de quase R$ 1 bilhão, portanto, há uma campanha de desinformação dos contrários a criação do Estado”, afirma Costa.
De acordo com o economista Célio Costa, quando fez o estudo de viabilidade de criação do Estado do Tocantins foi taxado como sonhador, mas hoje está comprovado que a divisão foi tão viável para o Tocantins como para o Goiás. “O Goiás saiu da 14ª posição no ranking do Produto Interno Bruto (PIB) subindo para a 9ª posição no País. Já o Tocantins tem seu desenvolvimento comprovado com estradas, educação e saúde”, ressalta.
Ainda de acordo com Célio Costa, o Estado do Carajás é plenamente viável e viabilizará também o Estado do Pará e com ele, o Brasil terá mais uma fronteira de desenvolvimento na Amazônia Brasileira.
O prefeito Wagner Fontes, que organizou a realização do evento, disse que a iniciativa não se tratou de um ato político. Segundo ele, o objetivo foi esclarecer a população em geral quanto à criação dos Estados do Carajás e Tapajós. “Meu sinto muito feliz em poder realizar um evento pró-Carajás que antecede o plebiscito”, disse ele.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Redenção: Prefeitura inaugura biblioteca pública

Prefeito Wagner Fontes, vereador João Lúcio e Nilson Chaves, da fundação Tancredo Neves, na inauguração
Fanfarras, exibições culturais e apresentação de quadrilha junina marcaram a inauguração da biblioteca pública de Redenção na noite de segunda-feira (4). O prefeito Wagner Fontes recepcionou as autoridades da área de cultura do estado do Pará, como por exemplo, o presidente da Fundação Tancredo Neves, Nilson Chaves, e a diretora de assuntos culturais do governo do Pará, Lucinha Bastos.
A biblioteca pública municipal Wesley Viana de Moura, está localizada na Av. Guarantã, na Vila Paulista, e oferecerá aos alunos e populares livros de pesquisas, biblioteca virtual e salas de pesquisas.
“A biblioteca teve a participação de todas as sec
A biblioteca ofertará aos estudantes volumes para pesquisa
retarias municipais, do governo do estado e do governo federal. Somente com união é possível construir obras e canalizar benefícios para a população. O município deu um passo largo para a cultura com a inauguração da biblioteca”, disse o prefeito Wagner Fontes, em seu discurso.
O presidente da Fundação Tancredo Neves, Nilson Chaves enfatizou sobre o interesse do prefeito Wagner Fontes em desenvolver inúmeros projetos que beneficia diretamente a população. “Redenção está de parabéns pelo prefeito que tem, pois ele se preocupa em buscar recursos e desenvolver projetos para oferecer bem estar à população”, disse Nilson Chaves.
A diretora da biblioteca pública municipal Wesley Viana de Moura, Cátia Suzi Carvalho Pereira, citou que de imediato será feito o cadastro de pessoas interessadas em locar livros para pesquisa e leitura, e desenvolver parceria com as escolas para motivar o hábito da leitura. Cátia informou também que um telecentro será instalado na biblioteca para pesquisas on line. “Hoje a biblioteca possui cerca de 5 mil volumes. E ainda este mês teremos a presença em Redenção do ônibus cultural da Secretaria de Estado de Cultura, onde será desenvolvido várias atividades culturais e entretenimento às crianças, como por exemplo, apresentação de fantoches.
Por Otavio Araujo

Redenção é destaque em poder de consumo


O poder aquisitivo os redencenses é o melhor do sul do Pará e está entre os maiores do Estado
Pesquisa nacional da Fundação Getúlio Vargas aponta Redenção entre os municípios paraenses que mais cresceram no Estado.
Em recente pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas, Redenção aparece entre os quatro municípios paraenses com o maior índice de acessão econômica. A pesquisa incluiu todos os municípios brasileiros. No Pará, Belém lidera a lista, em seguida aparecem Novo Progresso, Parauapebas, Ananindeua e Redenção.
Na classificação dos maiores redutos consumidores do Estado, depois de Belém que ocupa a primeira posição, Novo Progresso, vem em segundo lugar com 59,9% da população classificada acima da classe C; Parauapebas, com 58,4%; Ananindeua, com 54,5%; Redenção, com 51,8%; Canaã dos Carajás, 51,3%; Tucumã, com 50,8%; e Rio Maria, com 50,1%.
ECONOMIA: O município de Redenção vive uma incógnita, a renda da população cresce, porém o município está estagnado no que diz respeito a investimentos sociais e estruturais. O poder de compra dos redencenses cresceu nos últimos anos, e com isso surgiram lojas grandes de eletroeletrônicos, carros, telefonia, bancos, supermercados, boutiques, oficinas especializadas, escritórios de consultoria técnica em diversas áreas, entre outras atividades e produtos.
A força da pecuária é grande em Redenção, pois os escritórios das grandes fazendas estão instalados em na sede do município, gerando emprego e renda. O setor imobiliário também vem crescendo bastante nos últimos anos, com o surgimento de grandes loteamentos e conjuntos residenciais. No centro da cidade estão surgindo grandes edifícios, ofertando mão de obra, contribuindo para o poder aquisitivo do município.

GESTÃO
Pelo outro lado, a infraestrutura da cidade cresce a passos lentos, pois falta esgoto, asfalto – a maioria dos bairros não possui asfalto, as vias que ligam os setores ao centro comercial são estreitas, as ruas paralelas às principais avenidas não são asfaltadas, e por isso, ocorre o acúmulo de veículos nas avenidas com asfalto.
EM BELÉM: O levantamento da FGV, mostra ainda que quase 40% dos belenenses estão fora do mercado consumidor. São 24,8% de representantes estagnados na classe D e 15,1% na classe E. Melgaço, no Pará, é o quarto município do Brasil em número de habitantes na classe E (69,1%).

Fonte: Jornal á noticia!

Vox Populi aponta empate técnico em plebiscito de Carajás e Tapajós


O instituto de pesquisa e a empresa contratante não divulgaram o nome dos municípios onde a população foi ouvida. Supõem que a pesquisa foi feita somente em Belém.
A população do sul e sudeste do Pará e dirigentes do Instituto Pró-Estado do Carajás (IPEC), comemoraram o resultado da pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Vox Populi, encomendada pelo jornal O Liberal e publicada no último domingo. Dos dois mil eleitores entrevistados, 42% disseram que são contra, 37% a favor e 22% se disseram indecisos ao serem perguntados sobre o desmembramento do Pará para criar os Estados do Carajás e de Tapajós.
Para o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), um dos líderes do movimento pela criação do Carajás, o resultado da consulta é animador e mostra que há um forte sentimento popular pela emancipação de Carajás e de Tapajós.
O otimismo do deputado Giovanni Queiroz faz sentido, pois a pesquisa divulgada pelo O Liberal mostra que o número de pessoas que manifestaram contra a divisão do Pará não é tão grande assim. Até o momento, 42% disseram
que são contra, mas esse número poderá cair drasticamente quando for iniciada a campanha de rádio e televisão que abordará os motivos que levaram à população das regiões sul, sudeste e oeste do Pará a lutarem pela emancipação.
Ele lembrou que a maioria dos entrevistados pelo Vox Populi, 67%, reside na região de Belém que, em tese, é a base de um grupo que se posicionou contra a emancipação. “Temos plena convicção de que o STF vai corrigir a decisão do TSE, devolvendo apenas à população diretamente interessada na emancipação o direito de se manifestar através do plebiscito. Respeitamos a pesquisa e a iniciativa do jornal, mas achamos que as populações do Carajás e do Tapajós poderiam ter sido ouvidas separadamente e que fossem divulgadas as duas possibilidades de abrangência do plebiscito. Ainda assim, os números que mostram um retrato de todo o Estado do Pará são animadores. Há um desejo latente pela emancipação”, frisou Queiroz.

Fonte, Jornal a noticia (an10)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Plebiscito pode ser votado até 15 de dezembro anunciou o TSE

O Tribunal Superior Eleitoral prepara para a primeira quinzena de dezembro o plebiscito que vai definir se o Estado do Pará será dividido para a criação de Tapajós e Carajás, informou o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski.


No mês passado, a Câmara aprovou decretos legislativos que deram prazo de até seis meses para a realização da consulta aos mais de 3 milhões de eleitores paraenses. Um grupo de trabalho ficará responsável pelos preparativos para consulta, como orçamento, campanhas publicitárias e questões de logística. Segundo Lewandowski, a Justiça Eleitoral tem orçamento para pagar o custo do plebiscito, estimado em cerca de R$ 5 milhões, mas ele não descarta a possibilidade de necessitar um reforço financeiro.


'A Justiça Eleitoral é uma máquina azeitada. Quando demandamos os mais de 3 mil juízes eleitorais e 25 mil servidores, ela responde prontamente. O ideal seria coincidir com as eleições municipais. Mas o Congresso nos impôs o ônus de fazer o plebiscito saindo de eleições gerais e preparando as municipais. Talvez seja preciso um aporte adicional [de recursos]', afirmou Lewandowski.


O novo Estado de Tapajós ocuparia 58% do atual território do Pará, na região oeste, e Carajás ficaria com 25% , no sudeste paraense. Caso sejam criados, Tapajós terá 27 municípios, com 1,7 milhões de habitantes, e Carajás contará com 39 municípios com 1,4 milhões de pessoas. Um dos desafios para o plebiscito, que deverá ser feito num domingo, é a logística, em razão do isolamento de algumas localidades do Pará. Para solucionar a dificuldade de acesso, a Justiça Eleitoral contará com apoio das Forças Armadas.


'Será um esquema de guerra porque estaremos no meio da selva, mas vamos cumprir a determinação do Congresso dentro do prazo', disse Lewandowski. Apesar dos obstáculos, a tecnologia ajudará o eleitor paraense a saber o resultado no mesmo dia. Os kits de envio de dados via satélite usados nas eleições gerais de 2010 serão empregados no plebiscito. A Justiça Eleitoral estuda ainda como serão as campanhas educativas para informar a população sobre o plebiscito, sua importância e consequências.


Embora a proposta de mudança seja local, a propaganda institucional sobre a divisão do Pará terá de ser veiculada em âmbito nacional, já que os eleitores que não vivem mas votam no estado também precisam ser informados. Como nas eleições, o voto é obrigatório em plebiscitos. Quem faltar e não apresentar justificativa pode ter o título eleitoral cancelado.


Se foram criados os novos estados, as mudanças se refletirão também nos representantes em Brasília. Com duas novas unidades da federação, a região terá mais seis novos senadores, dois novos governadores e pelo menos 14 deputados a mais, o que dependerá do número de habitantes.


Perguntas - O TSE já trabalha também na elaboração das perguntas que serão respondidas pelos eleitores na consulta.


Estão em estudos duas hipóteses: a de que seja feita apenas uma questão, indagando sobre a criação simultânea de Tapajós e Carajás, ou ainda a formulação de duas perguntas. Nesse último caso, haverá a possibilidade que os eleitores escolham a criação de apenas um dos dois estados propostos.


Segundo o TSE, o assunto ainda está em estudo e não há data para definição das perguntas, que terão de ser aprovadas pelo plenário do tribunal. Para facilitar a escolha do eleitor na hora de responder a pergunta diante da urna eletrônica, o TSE analisa ainda o uso de uma imagem para ilustrar como ficaria o mapa do Pará com a divisão. Fonte G1

Vereadores de oposição prometem investigar prefeito de Parauapebas


A Presidência da Câmara Municipal de Parauapebas minimiza as denúncias graves feitas esta semana pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, quanto ao destino dos milhões de royalties pagos pela mineradora ao município. De outro lado, a oposição promete não deixar o caso acabar em pizza e vai propor uma CPI para investigar o contrato que a prefeitura mantém com escritório de advocacia, além de levar o caso ao Ministério Público do Estado.

O caso estourou no último final de semana, quando da circulação da revista Época, com detalhes da carta que Agnelli, às vésperas de ser substituído no comando da Vale, enviou à presidente da República, Dilma Rousseff, denunciando o prefeito de Parauapebas Darci Lermen (PT) por receber R$ 700 milhões da mineradora referentes a royalties e não reinvestir em infraestrutura urbana.

O executivo aponta, ainda, que a administração municipal manteria contrato com escritório de advocacia do Sul do País com percentuais definidos de ganho para este segundo em caso de ações contra a mineradora pelo não pagamento da compensação.

A reprodução da reportagem no CORREIO DO TOCANTINS e em outras mídias teve grande repercussão na cidade e deixou os moradores perplexos com a história. Na terça-feira (10), data do aniversário do município, muros amanheceram pichados com palavras de ordem contra o prefeito.

Ao tomar conhecimento das pichações, o gabinete do prefeito mandou uma equipe às ruas, ainda durante o feriado, para pintar novamente os muros e cercas com os dizeres, apagando imediatamente as frases contra Darci, algumas delas chamando-o de ladrão e outros adjetivos impublicáveis.

Longe dos holofotes
Tão quão preferiu silenciar sobre o caso, o prefeito Darci Lermen, como era de se imaginar, não participou dos eventos oficiais da comemoração dos 23 anos de emancipação do político-administrativa do município. Ao microfone era perceptível que os mestres de cerimônias e apresentadores, principalmente no palco da Praça de Eventos, evitavam falar o nome do prefeito, referendo-se mais à administração. Quanto do lapso dos responsáveis, em citar nominalmente Darci, o ensaio da vaia era percebido entre a multidão. Alguns mais afoitos gritavam: “Cadê o prefeito que não aparece?”.

Além da falta de infraestrutura nos bairros periféricos da cidade, os habitantes sofrem com a falta de água potável nas torneiras das residências. A prefeitura, conta com a segunda estação de captação, tratamento e distribuição de água pronta para ser inaugurada no Bairro Liberdade II, mas a Rede Celpa ainda não instalou no local uma subestação de rede elétrica para fazer funcionar a estação.

CPI
Procurado pela reportagem do CT, o vereador Antônio Massud (PTB), da bancada de oposição, disse que o caso é de extrema gravidade e que o Poder Legislativo deve uma satisfação à sociedade em pelo menos instalar uma Comissão Parlamentar para investigar a denúncia feita por Roger Agnelli.

Massud diz que está articulando com os colegas José Adelson (PDT), Francisângela Resende (PMDB) e Faisal Salmen (PSDB) para apresentarem ainda esta semana a proposta de instauração de CPI, assim como enviando o caso para o Ministério Público Estadual, para que proponha as implicações necessárias aos eventuais culpados por desvios.

Questionado sobre se a Câmara Municipal não vem acompanhando a aplicação dos royalties recebidos por Parauapebas como compensação pela exploração mineraria, Massud diz que não é de hoje que são feitos os pedidos de esclarecimento, mas a base aliada ao prefeito vem trabalhando no sentido contrário, lamenta ele.

Minimizado
Pelo visto a Presidência da Câmara Municipal tende a não levar a denúncia feita por Roger Agnelli à frente, uma vez que procurado para falar sobre o caso, o presidente, vereador Euzébio Rodrigues, do partido de Darci Lermen, o PT, respondeu com postura de um líder do governo e minimizou a gravidade do caso. “O executivo da Vale apenas denunciou, mas não apresentou provas”, respondeu, de cara, o vereador.

Euzébio Rodrigues discorda também do valor de R$ 700 milhões que Roger diz ter repassado à Prefeitura de Parauapebas referentes aos royalties no período de 2005 a 2010. Este valor, segundo o presidente da Câmara, teria chegado a pouco mais de R$ 500 milhões.

Indagado se a Casa de Leis já teria recebido alguma manifestação da oposição referente a eventual pedido de instalação de CPI, Euzébio respondeu que até esta quarta-feira (11) a Mesa Diretora ainda não tinha recebido nada a respeito do assunto.

Coletiva
O presidente da Câmara de Vereadores informou que, de acordo com o que fora informado pelo Gabinete do Prefeito, o gestor municipal estaria convidando a imprensa para, ainda nesta semana, para uma entrevista coletiva onde esclareceria toda a situação.

O prefeito Darci Lermen foi novamente procurado pela reportagem da Sucursal do CORREIO DO TOCANTINS em Parauapebas, mas não foi localizado pela equipe do Jornal.

Depois de tentativas ligações inúteis via celular, a reportagem encaminhou mensagem “SMS” sugerindo a Darci Lermen uma entrevista. O gestor respondeu simplesmente “ok”. Noutra mensagem enviada, perguntando onde e quando seria a entrevista, o prefeito se calou.

(Patrick Roberto e Waldyr Silva)

Prefeitura de Redenlção realiza Festival de quadrilhas Junina


Visando preservar e difundir a tradição junina que faz parte da cultura e folclore brasileiro, a Prefeitura de Redenção realizou durante o final de semana o I Primeiro Festival Municipal de Quadrilha Junina no Espaço Cultural, no centro comercial da cidade.

O evento que teve seu inicio na noite de quinta-feira (24), encerrou no na noite do sábado com a apresentação dos grupos juninos campeões do festival, que foi organizado pela Secretaria de Cultura e Secretaria de Educação.

Um grande público lotou as arquibancadas da arena montada no Espaço Cultural, onde as torcidas organizadas dos grupos folclóricos torciam por cada equipe que se apresentava.

A audiência do público surpreendeu todas as expectativas dos organizadores do evento que agradou em cheio o público participante.

Todas as quadrilhas juninas que se apresentaram no festival, eram formadas por alunos escolas municipais que integram a Secretaria Municipal de Educação.

Um verdadeiro arraial nordestino foi montado no centro da cidade, onde além das apresentações dos grupos folclóricos, foram vendidas comidas e bebidas típicas da época de São João, nas barracas das escolas que participaram do festival.

A apresentação dos grupos folclóricos foram os mais variados, houve aqueles que apostaram no estilo moderno de apresentar a tradição junina, enquanto que outros preferiram manter o estilo tradicional da festa apresentando roupas e o jeito caipira de dançar a tradicional festa.

O grupo explosão de Redenção da Escola Otavio Batista Arantes foi a grande vencedora do festival, seguido das escolas professor Flor do Sertão da Escola Municipal Professor Hernane e Encanto Junino do Setor Capuava. Conforme declarações da jurada Telma Queiroz, o festival foi bastante equilibrado, onde cada grupo que se apresentou procurou demonstrar particularidades da tradição folclórica que tem sido difundida nas escolas do município.

Por,
Dinho Santos

Preparem-se para votar

Olá meus amigos,
os Plebiscitos de divisão do Estado do Pará foram aprovados (Carajás e
Tapajos). Mas não basta estar consciente de seu voto, é necessário estar
em condições para votar e exercer a sua cidadania.

» Jovem que completa 16 anos de idade em 2011, já pode tirar o seu Título de Eleitor.
» Título de eleitor cancelado, deve ser atualizado, a multa é de apenas R$ 3,50, por cada turno que ficou sem votar.
» Quem ainda tem seu Título em outra cidade ou estado, transfira seu Título para a cidade de seu domicílio.

Vá ao Cartório Eleitoral e regularize a sua situação, até o dia 31 de agosto.

PS: Falta o STF decidir se o Plebiscito será somente na região do desmembramento, ou em todo estado do Pará.

Para mais informações:
arnon_lustosa@hotmail.com
arnonlustosa.blogspot.com
ou no Fone 94-9166-6494
Atenciosamente, Arnon Lustosa
Redenção-Pa

domingo, 1 de maio de 2011

Amigos e familia comemoram aniversário do Prefeito Wagner

Ontem, dia 30 de abril, foi comemorado o aniversário do Prefeito municipal de Redenção, Wagner Fontes. Familiares e amigos participaram de um jantar em sua residência com musica ao vivo. Destacando a presença de grandes lideranças em seu jantar, Vereadores João Lúcio(Presidente Câmara) e Junior stedile. Arnon Lustosa, Ex-Vereadores Elcir Lustosa(Ex-Presidente da Câmara), Engenheiro Palmeira e do Vice Prefeito Gervasio Camilo.